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Começou a funcionar na última semana o módulo de Certificação Sanitária de Granjas Avícolas da Plataforma de Defesa Sanitária Animal do Rio Grande do Sul (PDSA-RS). A certificação sanitária é exigência para trânsito de aves e ovos férteis no país, além de ser ponto de partida para a exportação de material genético.

Com a informatização dos processos estarão conectadas as 147 Inspetorias de Defesa Agropecuária do estado, médicos veterinários responsáveis técnicos dos 360 estabelecimentos gaúchos de genética avícola, entre granjas e incubatórios, os laboratórios credenciados que processam amostras do Rio Grande do Sul e o Ministério da Agricultura (Mapa) na emissão do certificado sanitário.

A coordenadora do Programa Nacional de Sanidade Avícola na Superintendência Federal da Agricultura no Rio Grande do Sul, a auditora fiscal federal agropecuária Taís Oltramari Barnasque, foi quem representou a coordenação do projeto pelo Mapa.

Segundo ela, as monitorias para emissão da certificação sanitária de núcleos são realizadas a cada 12 semanas, até o final da vida útil do lote, e envolvem diversos materiais biológicos, bem como testes sorológicos e de identificação de salmonelas e micoplasmas. Ela afirmou ainda que o software permitirá o acompanhamento de todo o processo em tempo real, garantindo agilidade, rastreabilidade e confiabilidade ao processo de certificação.

“O projeto foi planejado para o acompanhamento sanitário de plantéis de linhagens leves e pesadas, de galinhas e perus. O material genético avícola concentra o maior investimento de recursos em uma cadeia produtiva, pois o produto na mesa do consumidor apresentará as características oriundas das matrizes, avós e linhagens puras”, disse ela

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