• Categoria do post:Geral

Indígenas ianomâmis atingidos por crise humanitária no território da etnia, em Roraima // (Urihi – Associação Yanomani/Divulgação)

Dados do Ministério da Saúde enviados ao Congresso mostram que, entre 2023 e 2025, o governo Lula, o primeiro a ter um Ministério dos Povos Indígenas — chefiado por Sonia Guajajara —, registrou 1. 121 mortes de indígenas na terra Yanomami.

Causada por doenças e pelo avanço do crime organizado, a tragédia Yanomami nessa gestão petista já é maior que a registrada no mandato de Jair Bolsonaro, no mesmo período: 951 óbitos.

O cenário é tão alarmante que o presidente do STF, ministro Edson Fachin, procurou Damares Alves, a presidente da Comissão de Direitos Humanos do Senado, para unir forças numa missão ao território Yanomami, nas próximas semanas, para monitorar a crise.

Em 2022, o presidente Lula se elegeu defendendo a proteção dos povos indígenas, com ampliação de serviços públicos de saúde e assistência social, e o avanço do combate ao crime organizado. Muito dinheiro foi gasto, de fato, no projeto, mas o drama segue o mesmo.

As verbas e os cargos mobilizados num ministério exclusivamente para o tema não impediram o crescimento das mortes, algo que já é alvo de reuniões no governo Lula.
Com informações de VEJA

Fonte: Diário Do Brasil

Compartilhar matéria no
No momento, você está visualizando Crise Yanomami se agrava: mortes no governo Lula ultrapassam as registradas na gestão Bolsonaro