
A deputada Erika Hilton (PSOL-SP) — Foto: Bruno Spada/Câmara dos Deputados
Auxiliares de Erika relatam que a sigla descumprido esse acordo somente no caso dela e citam que na chapa estadual, Luiza Erundina receberia a mais que aqueles que tentam se reeleger. Interlocutores da deputada ainda acusam o PSOL de desmontar a política de distribuir recursos a mais para minorias, como mulheres, negros, LGBTs e pessoas com deficiência. Do outro lado, auxiliares da direção nacional afirmam que Erika terá direito a essa quantia extra que favorece candidaturas de minorias. Aliados da presidente Paula Coradi, citada nominalmente por Erika em seu post, contestam a comparação com as candidaturas de Manuela D’Ávila e Juliano Medeiros. No caso de Manuela, por se tratar de uma eleição majoritária, já que ela deve disputar o Senado. E em relação a Medeiros, lembram que se trata de um ex-presidente da legenda.
Erika, no entanto, contesta o critério e defende que, para o partido, é importante fortalecer quem pode ajudar a superar a cláusula de barreira. E argumenta que a legenda deveria valorizar quem já estava no partido. Recém-chegada, Manuela receberia o teto estipulado pelo PSOL. A avaliação alguns correligionários é de que Erika está pavimentando o caminho para sua saída no futuro e ampliando o desgaste político, acirrado desde as discussões sobre uma federação com o PT. Após a publicação em suas redes, a deputada recebeu o apoio de aliados, como o vereador Rick Azevedo, fundador do movimento contra a escala 6×1, e a deputada estadual Renata Souza. Com informações de O GLOBO
Fonte: Diário Do Brasil
