
📸 Reuters
CHINA NEGA ACUSAÇÕES HÁ TEMPOS
O presidente Donald Trump apontou diretamente a China como responsável pelo que classificou como “o maior comprometimento de dados eleitorais da história” durante a eleição presidencial americana de 2020, reiterando, em grande parte, a conclusão de um relatório de inteligência desclassificado em 2021.
Em um discurso à nação realizado na noite desta quinta-feira (16), Trump afirmou que a China obteve ilegalmente registros de 220 milhões de eleitores americanos, incluindo nomes, informações de contato, preferências partidárias e “outros dados sensíveis” — e descreveu a violação como um “pesadelo sem precedentes para a segurança eleitoral”.
O presidente sugeriu que a China trabalhou para “minar meu primeiro governo e nossa campanha de 2020”, além de tentar influenciar as eleições de meio de mandato de 2018, quando os Democratas conquistaram o controle da Câmara dos Representantes.
Trump também acusou a China de utilizar contatos com empresas americanas para fazê-las se voltar “contra” ele e para “identificar jornalistas americanos… para que escrevessem mais artigos negativos a seu respeito”.
A China tem negado repetidamente alegações anteriores relacionadas à interferência eleitoral e à intromissão política por parte de várias nações ocidentais, incluindo os EUA.
COM INFORMAÇÕES DE CNN
Fonte: Diário Do Brasil
